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VIGHOME
Sites e Sistemas

Criação de Sites e Sistemas para Médicos

Regras do CFM, SEO, LGPD e prontuário eletrônico: o que um consultório precisa no site e no sistema, explicado por quem desenvolve os dois e com telas do prontuário que a VIGHOME está criando.

Por Marco Viggiani|Publicado em |Leitura de 17 min

Criação de sites e sistemas para médicos: painel do prontuário eletrônico da VIGHOME no navegador e ficha de paciente no celular

Antes de marcar a consulta, o paciente pesquisa. Digita a especialidade e o bairro, confere se o médico atende o convênio dele, lê avaliações e procura o endereço. A criação de sites e sistemas para médicos parte desse caminho: o site é onde a busca termina e o contato começa; o sistema é onde o atendimento fica registrado depois que o paciente entra no consultório.

Instagram, Google, Doctoralia e as plataformas de agendamento ajudam o médico a ser encontrado. Só que as regras, as taxas e o alcance são decididos por elas. O site e o prontuário são os dois ativos digitais que ficam com o médico: o endereço na internet, o conteúdo e o histórico dos pacientes, cuja guarda é responsabilidade de quem atende.

Escrevo como desenvolvedor. Programo sites, sistemas e aplicativos há mais de uma década e, pela VIGHOME, já publiquei mais de 135 sites, inclusive para profissionais da saúde. Hoje desenvolvo um prontuário eletrônico configurável para medicina e outras áreas da saúde, e as telas deste artigo são desse sistema, com dados fictícios. Não sou médico nem advogado: as normas citadas têm link para a fonte oficial, e as dúvidas do seu caso valem uma consulta ao seu CRM ou a um advogado.

Por que um médico precisa de site e de sistema?

Um não substitui o outro. O site trabalha para fora, com quem ainda não é paciente. O sistema trabalha para dentro, com quem já é. Pensados juntos, eles mantêm a marca, os dados e o caminho do paciente coerentes do primeiro clique à alta.

O site: onde o paciente decide

Quem procura médico quer saber quatro coisas, rápido: se você trata o que ele tem, onde fica o consultório, se atende o convênio dele e como marcar. Um site bem feito responde isso na primeira tela, mostra formação e registro profissional e leva ao WhatsApp ou ao agendamento em um toque.

Credibilidade que o perfil na rede social não dá

Um site próprio, com nome, CRM, RQE, formação e endereço do consultório, mostra que existe um profissional identificável por trás do anúncio. Em saúde, isso pesa mais do que em qualquer outro segmento, para o paciente e para o Google.

O sistema: onde o atendimento fica registrado

Ficha do paciente, anamnese, evolução, termos de consentimento, documentos e agenda. Em papel, em planilha ou em três aplicativos diferentes, essa informação se espalha. No sistema, ela fica num lugar só, com controle de quem acessa.

Por que pensar nos dois juntos

O paciente que chega pelo site vira cadastro no sistema. A mesma identidade visual aparece no site, no prontuário e no ícone instalado no celular da equipe. E quem desenvolve as duas pontas conhece o caminho inteiro, da busca no Google até a ficha.

O que o CFM permite e exige no site de um médico

A publicidade médica é regulada pela Resolução CFM nº 2.336/2023, publicada em setembro de 2023 e em vigor desde 11 de março de 2024. Ela vale para sites, blogs e redes sociais. Num projeto de site, essas regras viram requisito técnico, não detalhe de texto.

O que precisa aparecer

  • Nome, CRM e a palavra “médico”. O registro aparece com o número de inscrição em cada CRM onde o médico atua, como “CRM-RJ 000000” (art. 4º).
  • Especialidade só com RQE. Quem anuncia especialidade informa o número do Registro de Qualificação de Especialista.
  • Na página principal. Em sites, blogs e redes sociais, esses dados ficam na página principal (art. 6º). Na prática, coloco no topo ou no rodapé de todas as páginas.
  • Clínicas informam o diretor técnico. Estabelecimentos exibem o próprio registro no CRM e o nome do diretor técnico-médico, com a inscrição dele (art. 5º). No site, esses dados vão para o rodapé.

O que passou a ser permitido

  • Valores e formas de pagamento. O médico pode informar o valor da consulta e como recebe.
  • Equipamentos. Dá para mostrar a aparelhagem do consultório, desde que aprovada pela Anvisa e sem atribuir a ela capacidade privilegiada.
  • Imagens com fins educativos. Antes e depois é permitido com critérios: texto sobre indicações, fatores que influenciam o resultado e complicações; um conjunto que mostre também evoluções insatisfatórias, e não só os melhores casos; paciente não identificável e nenhuma edição ou manipulação das imagens (art. 14).
  • Elogios de pacientes. Podem ser compartilhados se forem sóbrios, sem adjetivos que indiquem superioridade nem induzam promessa de resultado. Ao repostar, o conteúdo passa a contar como publicação do próprio médico.

O que continua proibido

Continua proibido garantir, prometer ou insinuar bons resultados, fazer publicidade sensacionalista ou autopromocional (art. 11, XII e XVI) e expor pacientes. Frases como “resultado garantido” ou “o melhor cardiologista da cidade” não entram no texto. O portal de publicidade médica do CFM resume o que mudou.

O que o site de um médico deve ter?

Nem todo consultório precisa de tudo. Esta é a lista de partida para um site que informa, passa confiança e leva ao agendamento.

  1. Página inicialEspecialidade, cidade ou bairro e como marcar, visíveis nos primeiros segundos.
  2. Identificação profissionalNome, CRM e RQE, como pede o CFM, em todas as páginas.
  3. Sobre o médicoFormação, residência, títulos e foto real. O paciente escolhe uma pessoa.
  4. Especialidades e procedimentosUma página para cada, em linguagem clara e sem promessa de resultado.
  5. ConvêniosQuais planos atende e se faz atendimento particular.
  6. Como marcarWhatsApp com mensagem pronta, telefone, agendamento on-line ou formulário curto.
  7. Endereço e mapaComo chegar, estacionamento e acessibilidade do consultório.
  8. TeleconsultaSe atende a distância, como funciona e o que o paciente precisa ter.
  9. Conteúdo educativoArtigos que respondem dúvidas reais dos pacientes, sem autopromoção.
  10. Política de privacidadeO que o site coleta, para quê e com quem compartilha.
  11. Formulário enxutoNome e contato bastam. Sintomas e exames ficam para a consulta.
  12. SEO técnicoTítulos, descrições, dados estruturados e mapa do site enviado ao Google.
  13. VelocidadeImagens leves e código enxuto para abrir rápido no 4G.
  14. Segurança e celularCertificado SSL e layout pensado primeiro para o celular.

Um exemplo na área da saúde: no site da psicóloga Glauce Michelle, em Recife, o registro no conselho aparece na faixa do topo, ao lado da cidade e do bairro, e os textos foram escritos dentro das regras da categoria. A psicologia segue o Conselho Federal de Psicologia, não o CFM, mas o raciocínio do projeto é o mesmo.

Página inicial do site da Psicóloga Glauce Michelle, com o número do CRP e o bairro na faixa do topo
Site da Psicóloga Glauce Michelle: registro profissional e localização na faixa do topo.

SEO para médicos: como o paciente pesquisa

Na hora de procurar médico, o paciente combina, sem perceber, especialidade, lugar, sintoma, convênio e até o formato da consulta. Cada combinação útil pode virar uma página ou um artigo.

O que o paciente combinaExemplo de busca
Especialidade + bairrocardiologista em Botafogo
Sintoma + médicomédico para dor no joelho
Especialidade + convêniodermatologista que atende o meu plano
Procedimento + cidadeendoscopia em Niterói
Nome + especialidadenome da médica + endocrinologista
Formato da consultaconsulta online com psiquiatra

Saúde é um tema que o Google trata com cuidado redobrado. Nas diretrizes que orientam os avaliadores de qualidade da busca, temas que podem afetar de forma significativa a saúde, as finanças ou a segurança das pessoas são chamados de YMYL (do inglês “seu dinheiro ou sua vida”) e são avaliados com um padrão mais alto de E-E-A-T: experiência, especialização, autoridade e confiabilidade. Para um médico, isso significa autor identificado com CRM, conteúdo escrito ou revisado por quem entende do assunto e contato fácil de encontrar.

O outro lado é o Perfil da Empresa no Google, que coloca o consultório no mapa. Nome, endereço e telefone precisam ser iguais no site e no perfil. E vale o cuidado de sempre: dezenas de páginas iguais trocando só o nome do bairro não funcionam e podem prejudicar o site.

SEO leva meses, e ninguém pode garantir o primeiro lugar no Google. O que dá para garantir é um site tecnicamente preparado e um conteúdo que responde ao que o paciente procura. Veja como funciona o trabalho de SEO da VIGHOME.

Sistema para médicos: o que ele precisa resolver

Um sistema para consultório não é só prontuário. É o conjunto de telas que substitui a pasta de papel, a planilha e o grupo de WhatsApp. Estes são os módulos mais comuns:

Cadastro do paciente
Identificação completa, contato, responsável legal e convênio, com busca rápida.
Prontuário
Anamnese, exame físico, hipóteses diagnósticas com CID, conduta e evolução com data e hora.
Agenda
Horários por profissional, confirmação e lembrete por WhatsApp para reduzir faltas.
Documentos
Receitas, atestados e pedidos de exame gerados a partir da ficha do paciente.
Termos
Consentimento para uso dos dados, uso de imagem e teleatendimento, com a situação de cada um.
Financeiro
Particular e convênio, recebimentos e repasses. A troca de informações com planos de saúde segue o padrão TISS da ANS.
Acessos
Quem abriu cada prontuário, quando e de qual aparelho.
Celular
Consulta rápida da ficha fora da mesa do consultório, com o mesmo login.

Prontuário eletrônico: o que as normas pedem

Para o CFM, o prontuário é um documento único, com informações, sinais e imagens registrados sobre a saúde do paciente e a assistência prestada, de caráter legal, sigiloso e científico. No formato eletrônico, quatro normas orientam o projeto:

  • Resolução CFM nº 1.638/2002. Lista o que o prontuário deve conter: identificação do paciente (nome completo, data de nascimento, sexo, nome da mãe, naturalidade e endereço completo), anamnese, exame físico, exames complementares, hipóteses diagnósticas, diagnóstico definitivo, tratamento e evolução com data, hora e identificação de quem atendeu (art. 5º).
  • Lei nº 13.787/2018. Autoriza a digitalização e o uso de sistemas informatizados para o prontuário, garantindo integridade, autenticidade e confidencialidade; na digitalização, com certificado digital ICP-Brasil ou outro padrão legalmente aceito. Feita a digitalização nessas condições e revisada por uma comissão, o papel original pode ser descartado (art. 3º); o prontuário, em papel ou digitalizado, só pode ser eliminado depois de, no mínimo, 20 anos do último registro (art. 6º).
  • Resolução CFM nº 1.821/2007. Para dispensar o papel, o sistema precisa atender ao Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2) do Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, aprovado pelo CFM e usado pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) para certificar sistemas. O NGS2 exige assinatura digital; na prática, com certificado ICP-Brasil. Para prontuários arquivados eletronicamente, a resolução fala em guarda permanente (art. 7º), enquanto a Lei nº 13.787/2018, posterior, admite eliminar os digitalizados depois de 20 anos.
  • Resolução CFM nº 2.299/2021. Receitas, atestados, relatórios, pedidos de exame, laudos e pareceres emitidos eletronicamente exigem assinatura digital com certificado ICP-Brasil, no nível NGS2 (art. 4º).

Na prática, o projeto começa pelos campos obrigatórios e pelo controle de acesso. A assinatura digital entra quando o consultório quer emitir documentos eletrônicos ou abandonar o papel. Enquanto o sistema não tiver assinatura com certificado ICP-Brasil, o prontuário eletrônico convive com a via impressa e assinada.

LGPD e segurança dos dados do paciente

Pela Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018), dado referente à saúde é dado pessoal sensível (art. 5º, II). A lei permite tratá-lo sem consentimento quando indispensável para a tutela da saúde, exclusivamente em procedimento feito por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária (art. 11, II, f). Isso não cobre usos como marketing e não dispensa segurança, finalidade e transparência. Um sistema para médicos precisa, no mínimo, de:

  • Login individual e perfis de acesso. Cada pessoa com a sua senha, e a recepção sem acesso ao que é clínico.
  • Registro de acessos que ninguém apaga pelo sistema. Quem entrou, quem abriu qual prontuário, o que foi alterado e de qual aparelho.
  • Dados sensíveis criptografados. Documentos como o CPF gravados cifrados no banco de dados, e não em texto aberto.
  • Sessão que expira. O computador esquecido aberto na recepção sai do sistema sozinho depois de alguns minutos.
  • Conexão segura e cópias de segurança. HTTPS em todas as páginas e backup do banco com restauração testada.
  • Termos registrados. A situação do consentimento de cada paciente à vista, sem depender de pasta de papel.

No site, o cuidado é outro: o formulário de contato pede só o necessário para responder, e a política de privacidade explica o que é coletado. Sintoma, exame e diagnóstico não devem trafegar por formulário de site nem ficar parados na caixa de e-mail.

Sistema pronto ou sob medida?

Existem bons sistemas prontos para consultórios, vendidos por assinatura. A comparação honesta com um sistema sob medida é esta:

CritérioSistema prontoSistema sob medida
ComeçoNo mesmo diaDepois do desenvolvimento, em etapas
CustoMensalidade, em geral por profissionalInvestimento no projeto, mais hospedagem e manutenção
FunçõesMuitas, iguais para todos os clientesAs que o consultório usa, do jeito dele
MarcaA do fornecedor, às vezes com o seu logoA da clínica, no sistema e no ícone do celular
DadosNo servidor do fornecedorNo servidor contratado pela clínica
Certificação SBISAlguns já têmPrecisa entrar no planejamento

Se a clínica fatura muitos convênios pelo padrão TISS, precisa de certificação SBIS desde o primeiro dia ou quer começar amanhã, um sistema pronto costuma ser o caminho mais curto. O sob medida faz sentido quando o fluxo de atendimento é próprio, quando a marca importa e quando a clínica quer os dados sob o seu controle. Também dá para combinar: site sob medida e sistema pronto, ou o contrário. Veja como funcionam os sistemas web sob medida da VIGHOME.

Por dentro do prontuário que a VIGHOME está desenvolvendo

O site é a porta de entrada do consultório. O prontuário é a memória dele.

Comecei este sistema para uma profissional da saúde que queria um prontuário com a própria marca e, a partir dele, fiz uma versão configurável para medicina e outras áreas. Ele é web, feito em PHP e MySQL, roda em hospedagens comuns, como as de sites, e funciona no computador e no celular. As telas abaixo usam uma clínica fictícia, a Clínica Modelo, e pacientes inventados.

Painel inicial do prontuário eletrônico da VIGHOME com pacientes ativos, em avaliação, lista de espera e termos LGPD pendentes de uma clínica fictícia
Painel inicial: pacientes por situação, termos de consentimento pendentes e últimos prontuários abertos. Clínica e pacientes fictícios.

Ficha do paciente

A ficha reúne queixa, hipótese com CID-10, convênio, termos de consentimento, endereço e o registro de quem acessou aquele prontuário. O CID e o convênio podem ser ligados ou desligados nas configurações, conforme o consultório.

Ficha de paciente fictício no prontuário eletrônico, com CID-10, convênio, termos de consentimento e a lista de quem acessou o prontuário
Ficha do paciente com CID-10, convênio, termos e o registro de quem acessou. CPF e telefone ocultados na imagem.

Cadastro com os campos da Resolução CFM nº 1.638/2002

Com Medicina escolhida como área de atuação, o cadastro passa a exigir os dados de identificação que a resolução lista, como nome da mãe, naturalidade e endereço completo. Se o paciente for menor de idade, o sistema pede o responsável legal.

Tela de novo paciente do prontuário, com a indicação de que segue a Resolução CFM nº 1.638/2002 e os campos obrigatórios marcados
Abertura do prontuário com os campos de identificação e filiação. Os obrigatórios aparecem com asterisco.

A marca e as regras de cada área

O mesmo sistema atende medicina, fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição e odontologia. A área escolhida muda campos, textos e a norma de referência do prontuário. A clínica também escolhe o nome, a cor e envia o próprio logo, que vira o ícone do aplicativo no celular.

Configurações do prontuário com a área Medicina, a norma Resolução CFM nº 1.638/2002, opções de CID e convênio e a escolha de cores
Área de atuação, norma do prontuário, opções de CID e convênio, nome e cor do sistema.

Registro de acessos

Entradas, tentativas recusadas, prontuários abertos, alterações e exportações ficam anotados com data, hora, aparelho e IP, e ninguém consegue apagar essas linhas pelo sistema. É a resposta pronta para a pergunta que a LGPD faz: quem viu os dados deste paciente?

Registro de acessos do prontuário com exportação da lista, alteração de cadastro, entrada pelo iPhone e tentativa de entrada recusada
Registro de acessos: cada linha mostra quem, o quê, de qual aparelho e quando.

No celular, como aplicativo

O sistema funciona no navegador do celular e pode ser instalado na tela inicial como aplicativo (PWA), sem passar por loja. As páginas com dados de pacientes não ficam guardadas no aparelho.

Três telas do prontuário no celular: painel inicial, lista de pacientes e ficha do paciente da clínica fictícia
Painel, lista de pacientes e ficha no celular, com o logo da clínica no topo.

O que já está pronto e o que vem a seguir

O sistema é construído por etapas, e cada uma só é liberada depois de testada. Na primeira, já estão prontos:

  • Cadastro e ficha do paciente, com busca e exportação da lista.
  • Áreas de atuação com campos e normas próprios, CID-10 e convênio.
  • Termos de consentimento com a situação de cada paciente.
  • Registro de acessos, CPF criptografado e sessão que expira por inatividade.
  • Nome, cor e logo da clínica, e instalação no celular.

Nas próximas etapas entram anamnese, avaliações e evoluções, autenticação em dois fatores, agenda, documentos, relatórios, financeiro e comunicação com o paciente.

Quem desenvolve

  • Desenvolvedor webSites, sistemas e aplicativos programados do zero há mais de uma década
  • Sistemas sob medidaPainéis, agendas de reserva e o prontuário eletrônico deste artigo
  • Especialista em SEOEstrutura técnica e conteúdo pensados para a busca desde a primeira página
  • +135 sites publicadosPela VIGHOME, inclusive para profissionais da saúde

Perguntas frequentes sobre criação de sites e sistemas para médicos

Médico pode divulgar o valor da consulta no site?

Pode. A Resolução CFM nº 2.336/2023, em vigor desde março de 2024, permite informar valores de consultas e formas de pagamento. Continua proibido garantir resultados, fazer sensacionalismo e autopromoção.

O que é obrigatório no site de um médico?

Nome, número de inscrição no CRM e a palavra “médico”. Quem anuncia especialidade informa também o RQE. Em sites e redes sociais, esses dados ficam na página principal. Para clínicas, a resolução pede ainda o registro do estabelecimento no CRM e o nome e o CRM do diretor técnico-médico.

Quanto custa criar um site e um sistema para médico?

Depende do tamanho. Um site de apresentação com poucas páginas custa bem menos do que um site com blog, várias especialidades e agendamento, e um sistema varia conforme os módulos. O orçamento é fechado antes de começar, sem cobrança por hora, e sai em até 24 horas depois da primeira conversa.

O prontuário eletrônico substitui o papel?

Pode substituir, se o sistema atender às exigências: a Resolução CFM nº 1.821/2007 pede o nível de segurança NGS2, com assinatura digital ICP-Brasil, para eliminar o papel. Sem isso, o registro eletrônico convive com a via impressa e assinada. Pela Lei nº 13.787/2018, o prontuário, em papel ou digitalizado, só pode ser eliminado depois de, no mínimo, 20 anos do último registro.

O sistema funciona no celular?

Funciona. O prontuário da VIGHOME abre no navegador do computador e do celular e pode ser instalado na tela inicial como aplicativo, sem loja. As páginas com dados de pacientes não ficam salvas no aparelho.

Com quem ficam os dados dos pacientes?

O prontuário da VIGHOME foi feito para ser instalado na hospedagem da clínica, com a pasta de dados fora da área pública do site. Pela LGPD, a clínica ou o médico é o controlador desses dados; quem desenvolve ou hospeda o sistema atua como operador, seguindo as instruções do controlador.

A VIGHOME atende médicos de qualquer cidade?

Sim. O processo funciona por WhatsApp, e-mail e chamada de vídeo, então dá para atender médicos e clínicas de todo o Brasil. No Rio de Janeiro, a reunião também pode ser presencial.